sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

Proibição de uso de animais

Ainda que tardiamente, haja vista que inibir práticas cruéis contra animais é medida de extrema urgência o Senado aprovou no final de dezembro de 2.022  Projeto de Lei (PLC) 70/2014 que proíbe o uso de animais em pesquisas e testes para a produção de cosméticos.  

A lei proposta não gera impactos no desenvolvimento de vacinas e medicamentos; 

Ela se restringe ao teste de cosméticos, perfumes e produtos de higiene pessoal; 

Como o projeto foi alterado no Senado, voltará à Câmara dos Deputados para nova análise. 

Acompanhamos a crescente consciência social sobre a necessidade de se evitar práticas cruéis contra animais, absolutamente desnecessárias diante do avanço do conhecimento científico. Juntamos o Brasil ao que já fazem os 27 países da União Europeia, e também Coreia do Sul, Israel, Nova Zelândia, Índia e outros. A própria indústria já vem, em anos recentes, se preparando no sentido de aplicar métodos distintos. Entidades da defesa animal apresentaram dados da Anvisa que indicam que, atualmente, só 0,1% dos cosméticos aprovados são testados em animais”, disse o relator do PL, senador Veneziano Vital do Rego (MDB-PB). 


Fonte: https://olhardigital.com.br/2022/12/22/medicina-e-saude/senado-aprova-proibicao-de-uso-de-animais-em-testes-para-cosmeticos/

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Corujas!

Belas fotos de corujas obtidas em junho de 2020 por Bruno Cunha Martins, da B2C Fotografias, em uma empresa no Distrito Industrial de Uberlândia/MG.




terça-feira, 21 de abril de 2020

Belas imagens de flores obtidas na região da Chácara dos Ipês


Belas imagens de flores obtidas na região da Chácara dos Ipês, em 19/04/2020. Fotos feitas por Bruno Cunha Martins.





terça-feira, 10 de março de 2020

Proibição de fogos de artifício com estampido em Uberlândia

Foi aprovado em 09.03.2020 pelos vereadores de Uberlândia um projeto de lei ordinária que proíbe a queima de fogos de artifício com ruídos fortes e estampidos. 

O projeto altera parcialmente o artigo 115 do Código Municipal de Posturas (Lei  10.741/2011) que antes da mudança proibia a soltura dos fogos em geral em vias e espaços públicos. Sendo sancionado pelo prefeito Odelmo Leão, a proibição de soltar fogos com barulho passa a valer para qualquer local na extensão territorial de Uberlândia. 

O autor do projeto, o vereador Paulo César-PC (SD) defendeu que a iniciativa vai beneficiar crianças, pessoas com autismo, pessoas com dificuldade de locomoção além de animais, já que a comprovações científicas de que os fogos são nocivos à saúde humana e animal.

O meio ambiente agradece a iniciativa.

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Flamboiã

A Delonix regia, chamada em português flamboiã, flamboaiã ou acácia-rubra, é uma árvore da família das leguminosas (Fabaceae). É nativa da ilha de Madagascar, tendo-se em seguida espalhado pela zona tropical da África continental, sendo posteriormente, por sua beleza, levada a outros continentes, como a Europa e as Américas. Por sua beleza, é uma das plantas mais usadas com fins ornamentais em regiões tropicais e subtropicais de todo o mundo.

Os nomes em português flamboiã e flamboaiã derivam do nome francês flamboyant, por sua vez oriundo do latim flammare, incendiar. Recebeu esse nome devido ao vermelho vivo característico de suas flores. A planta foi descoberta na ilha de Madagascar por um botânico francês em 1824. Antes de receber a atual nomenclatura científica de Delonix regia, havia sido classificada como Poinciana regia.

Embora esteja ameaçada de extinção no estado selvagem, é muito cultivada pelo seu valor ornamental.

Adaptou-se muito bem em toda a América tropical, sendo muito popularizada nas ilhas do Caribe. No Brasil, é usada na arborização de ruas e praças.

Acima a foto de um belo exemplar de flamboiã, que fizemos em novembro de 2.019, no Bairro Tibery, em Uberlândia/MG.

Fonte das informações sobre a bela árvore: https://pt.wikipedia.org/wiki/Delonix_regia

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Pilhas: riscos à saúde e descarte correto

Com o avanço da tecnologia e do uso de dispositivos que requerem energia elétrica armazenada em pilhas e baterias tem sido cada vez mais comuns e numerosos os descartes destes objetos.

"O descarte inadequado de pilhas e baterias expõe o solo, cursos d'água e até o ar, caso haja queima desses materiais, à contaminação por produtos tóxicos perigosos como cádmio, chumbo, mercúrio, manganês, cobre, níquel, lítio, cromo e zinco. Se pensarmos além dos danos ambientais percebemos que nossa saúde pode ser afetada, mesmo sem entrar em contato direto com resíduos químicos presentes em pilhas e baterias. O solo contaminado, por exemplo, afeta o alimento que vem para nossa mesa. Na água que chega pela torneira, também pode haver vestígios desses produtos.

Confira a seguir seis patologias graves que você pode contrair por causa da poluição por pilhas e baterias.

Pilhas inservíveis,  que descartamos no ponto do coleta do
Dmae (Av: Rondon Pacheco, n. 6.400, Uberlândia/MG)
Foto: Hugo Cesar Amaral
1. Perda de memória: A ingestão de mercúrio por meio, por exemplo, de peixes contaminados, debilita as funções cerebrais causando perda de memória e outros distúrbios psíquicos.
2. Insuficiência renal crônica: A ingestão de cádmio, que pode acontecer por meio de água e alimentos contaminados, causa graves problemas aos rins, isso ocorre porque o cádmio tem vida biológica longa (10 a 30 anos) e demora muito a ser eliminado pelo organismo humano.
3. Inflamações dos pulmões: Já a inalação do cádmio, por meio da fumaça proveniente da sua queima, pode causar pneumonite edema pulmonar.
4. Insuficiência Cardíaca: A Intoxicação por lítio pode causar um distúrbio em uma estrutura anatômica chamada nó sinusal. Essa estrutura que tem função de um marca-passo natural enviando estímulos elétricos dos quais dependem o funcionamento do coração, pode ser gravemente afetada pelo elemento alcalino.
5. Distúrbios digestivos: Tanto o chumbo quanto o cádmio podem arruinar seu sistema digestivo. Além de sentindo dores provenientes de patologias que podem ser irreversíveis, imagine-se sem controle de suas funções fisiológicas...
6. Danos nas articulações: A contaminação do organismo humano por chumbo pode deixar as articulações do corpo todo paralisadas. As primeiras a serem afetadas são as dos dedos e do pulso." (1)

Para que sejam atenuados ou mesmo evitados os danos ao ambiente e às pessoas e importante que tenhamos responsabilidade com o descarte destes objetos.

"Antes de qualquer coisa, armazene as pilhas e baterias dentro de um plástico que seja resistente e evite o contato com umidade a fim de evitar quaisquer vazamentos. Outro detalhe importante é não misturar os itens com outros tipos de materiais.

Nunca jogue no lixo comum! A responsabilidade pela coleta adequada é do fabricante do produto. Dessa forma, procure pontos de coleta específicos para o descarte, como assistências técnicas autorizadas ou estabelecimentos que comercializam o material.

Além disso, algumas escolas, lojas, supermercados e faculdades oferecem pontos de coleta destes resíduos. Pesquise quais são os pontos mais próximos da sua casa e pratique a conscientização, contribuindo para um mundo menos poluído." (2)

Fazendo cada um a sua parte afastaremos o risco representado pelo descarte irregular das pilhas e baterias.

_____________
Curiosidade: Estima-se que cada pilha contamine 1 m2 quando lançada no meio ambiente (3).

(1) Fonte: http://www.sustentavel.ufu.br/node/311

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Sibipiruna

Embora a sibipiruna não seja uma árvore nativa do cerrado (sua real origem é a Mata Atlântica!) dedicaremos uma postagem a esta árvore pois se trata de uma árvore encontrada em grande quantidade em nossa querida Uberlândia, sempre nos presenteando com uma bela floração nos meses de setembro e de outubro.

“A sibipiruna (Caesalpinia pluviosa variedade peltophoroides - Caesalpinioideae), também conhecida como sebipira, é uma árvore de grande porte, nativa do Brasil, chegando a medir 28 metros de altura (normalmente entre 6 e 18 metros), com até 20 metros de diâmetro da copa arredondada e muito vistosa. Facilmente confundida com o pau-brasil ou pau-ferro pela semelhança da sua folhagem, é muito usada para arborização em várias cidades brasileiras.” (1)

“As folhas são bipinadas com haste central de 20–25 centímetros de comprimento com 8-9 pares de pinas, cada uma com cerca de 11-13 pares de folíolos de 10-12 milímetros por pina. A floração ocorre a partir de agosto, podendo estender-se até o final do verão, produzindo inflorescências em rácemos cônicos eretos com flores amarelas. A frutificação dá origem a vagens compostas de duas valvas secas, lenhosas, longas e coriáceas com 7,6-12,0 centímetros de comprimento por 2,7-3,1 centímetros de largura. Quando maduras, as vagens rompem-se por torção em deiscência explosiva, arremessando de uma a cinco sementes. Estas são comprimidas, irregularmente circulares, transversas, ovato-obovadas ou orbiculares a subglobosas, com testa dura e muito rígida, clara, grossa ou sem albúmen, provida de um bico no hilo e marginada. A árvore pode viver mais de cem anos.” (2)

“Sibipiruna é uma árvore alta e com raízes fortes. Assim como suas irmãs, a sibipiruna deve ser cultivada sob sol pleno, em solo enriquecido com matéria orgânica, regado frequentemente, mas sem encharcamento, para evitar doenças causadas por fungos e bactérias. Se você quiser plantar uma sibipiruna, escolha um local com bastante espaço, já que as raízes são poderosas e a árvore passa fácil dos 15 metros de altura. Prepare a cova com terra, areia e composto orgânico em partes iguais, colocando um pouco de calcário no fundo e mexendo bem. Tome cuidado com a poda, geralmente anual, para que os galhos não cresçam em direção aos fios elétricos e demais lugares indesejados. E passe longe de seus frutos (pretos, achatados e com sementes beges), porque eles não são comestíveis.” (3)

Face às suas raízes grossas e fortes e à grande altura que pode atingir, somando ao fato de que tem uma copa considerável e necessário se analisar, antes de efetuar o plantio em área urbana, se o crescimento da árvore não poderia provocar danos como contato com a rede elétrica ou a passeios ou imóveis.



Créditos das fotos: As fotos foram obtidas por Hugo Cesar Amaral, em outubro de 2.018, nas ruas Benjamim Magalhães e Rondon Pacheco, em Uberlândia/MG e no Campus Santa Mônica da UFU, também em Uberlândia/MG.