Belas fotos de corujas obtidas em junho de 2020 por Bruno Cunha Martins, da B2C Fotografias, em uma empresa no Distrito Industrial de Uberlândia/MG.
Blog dedicado às belezas do Cerrado Mineiro, um dos mais ricos biomas do Brasil. Um lugar também de protesto contra as diversas agressões que nosso Cerrado vem sofrendo.
quinta-feira, 2 de julho de 2020
terça-feira, 21 de abril de 2020
Belas imagens de flores obtidas na região da Chácara dos Ipês
Belas imagens de flores obtidas na região da Chácara dos Ipês, em 19/04/2020. Fotos feitas por Bruno Cunha Martins.
terça-feira, 10 de março de 2020
Proibição de fogos de artifício com estampido em Uberlândia
Foi aprovado em 09.03.2020 pelos vereadores de Uberlândia um projeto de lei ordinária que proíbe a queima de fogos de artifício com ruídos fortes e estampidos.
O projeto altera parcialmente o artigo 115 do Código Municipal de Posturas (Lei 10.741/2011) que antes da mudança proibia a soltura dos fogos em geral em vias e espaços públicos. Sendo sancionado pelo prefeito Odelmo Leão, a proibição de soltar fogos com barulho passa a valer para qualquer local na extensão territorial de Uberlândia.
O autor do projeto, o vereador Paulo César-PC (SD) defendeu que a iniciativa vai beneficiar crianças, pessoas com autismo, pessoas com dificuldade de locomoção além de animais, já que a comprovações científicas de que os fogos são nocivos à saúde humana e animal.
O meio ambiente agradece a iniciativa.
quinta-feira, 21 de novembro de 2019
Flamboiã
A Delonix regia, chamada em português flamboiã, flamboaiã ou acácia-rubra, é uma árvore da família das leguminosas (Fabaceae). É nativa da ilha de Madagascar, tendo-se em seguida espalhado pela zona tropical da África continental, sendo posteriormente, por sua beleza, levada a outros continentes, como a Europa e as Américas. Por sua beleza, é uma das plantas mais usadas com fins ornamentais em regiões tropicais e subtropicais de todo o mundo.
Os nomes em português flamboiã e flamboaiã derivam do nome francês flamboyant, por sua vez oriundo do latim flammare, incendiar. Recebeu esse nome devido ao vermelho vivo característico de suas flores. A planta foi descoberta na ilha de Madagascar por um botânico francês em 1824. Antes de receber a atual nomenclatura científica de Delonix regia, havia sido classificada como Poinciana regia.
Embora esteja ameaçada de extinção no estado selvagem, é muito cultivada pelo seu valor ornamental.
Adaptou-se muito bem em toda a América tropical, sendo muito popularizada nas ilhas do Caribe. No Brasil, é usada na arborização de ruas e praças.
Acima a foto de um belo exemplar de flamboiã, que fizemos em novembro de 2.019, no Bairro Tibery, em Uberlândia/MG.
Fonte das informações sobre a bela árvore: https://pt.wikipedia.org/wiki/Delonix_regia
quinta-feira, 24 de outubro de 2019
Pilhas: riscos à saúde e descarte correto
Com o avanço da
tecnologia e do uso de dispositivos que requerem energia elétrica armazenada em
pilhas e baterias tem sido cada vez mais comuns e numerosos os descartes destes
objetos.
"O descarte
inadequado de pilhas e baterias expõe o solo, cursos d'água e até o ar, caso
haja queima desses materiais, à contaminação por produtos tóxicos perigosos
como cádmio, chumbo, mercúrio, manganês, cobre, níquel, lítio, cromo e zinco.
Se pensarmos além dos danos ambientais percebemos que nossa saúde pode ser
afetada, mesmo sem entrar em contato direto com resíduos químicos presentes em
pilhas e baterias. O solo contaminado, por exemplo, afeta o alimento que vem
para nossa mesa. Na água que chega pela torneira, também pode haver vestígios
desses produtos.
Confira a seguir
seis patologias graves que você pode contrair por causa da poluição por pilhas
e baterias.
![]() |
| Pilhas inservíveis, que descartamos no ponto do coleta do Dmae (Av: Rondon Pacheco, n. 6.400, Uberlândia/MG) Foto: Hugo Cesar Amaral |
1. Perda de
memória: A ingestão de mercúrio por meio, por exemplo, de peixes contaminados,
debilita as funções cerebrais causando perda de memória e outros distúrbios
psíquicos.
2. Insuficiência
renal crônica: A ingestão de cádmio, que pode acontecer por meio de água e
alimentos contaminados, causa graves problemas aos rins, isso ocorre porque o
cádmio tem vida biológica longa (10 a 30 anos) e demora muito a ser eliminado
pelo organismo humano.
3. Inflamações
dos pulmões: Já a inalação do cádmio, por meio da fumaça proveniente da sua
queima, pode causar pneumonite edema pulmonar.
4. Insuficiência
Cardíaca: A Intoxicação por lítio pode causar um distúrbio em uma estrutura
anatômica chamada nó sinusal. Essa estrutura que tem função de um marca-passo
natural enviando estímulos elétricos dos quais dependem o funcionamento do
coração, pode ser gravemente afetada pelo elemento alcalino.
5. Distúrbios
digestivos: Tanto o chumbo quanto o cádmio podem arruinar seu sistema
digestivo. Além de sentindo dores provenientes de patologias que podem ser
irreversíveis, imagine-se sem controle de suas funções fisiológicas...
6. Danos nas
articulações: A contaminação do organismo humano por chumbo pode deixar as
articulações do corpo todo paralisadas. As primeiras a serem afetadas são as
dos dedos e do pulso." (1)
Para que sejam
atenuados ou mesmo evitados os danos ao ambiente e às pessoas e importante que
tenhamos responsabilidade com o descarte destes objetos.
"Antes de
qualquer coisa, armazene as pilhas e baterias dentro de um plástico que seja
resistente e evite o contato com umidade a fim de evitar quaisquer vazamentos.
Outro detalhe importante é não misturar os itens com outros tipos de materiais.
Nunca jogue no
lixo comum! A responsabilidade pela coleta adequada é do fabricante do produto.
Dessa forma, procure pontos de coleta específicos para o descarte, como
assistências técnicas autorizadas ou estabelecimentos que comercializam o
material.
Além disso,
algumas escolas, lojas, supermercados e faculdades oferecem pontos de coleta
destes resíduos. Pesquise quais são os pontos mais próximos da sua casa e
pratique a conscientização, contribuindo para um mundo menos poluído." (2)
Fazendo cada um a
sua parte afastaremos o risco representado pelo descarte irregular das pilhas e
baterias.
_____________
Curiosidade:
Estima-se que cada pilha contamine 1 m2 quando lançada no meio ambiente (3).
(1) Fonte:
http://www.sustentavel.ufu.br/node/311
Marcadores:
pilhas baterias descarte incorreto
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
Sibipiruna
Embora a sibipiruna não seja uma árvore nativa do cerrado (sua
real origem é a Mata Atlântica!) dedicaremos uma postagem a esta árvore pois se
trata de uma árvore encontrada em grande quantidade em nossa querida
Uberlândia, sempre nos presenteando com uma bela floração nos meses de setembro
e de outubro.
“A sibipiruna (Caesalpinia pluviosa variedade
peltophoroides - Caesalpinioideae), também conhecida como sebipira, é uma
árvore de grande porte, nativa do Brasil, chegando a medir 28 metros de altura
(normalmente entre 6 e 18 metros), com até 20 metros de diâmetro da copa
arredondada e muito vistosa. Facilmente confundida com o pau-brasil ou
pau-ferro pela semelhança da sua folhagem, é muito usada para arborização em
várias cidades brasileiras.” (1)
“As folhas são bipinadas com haste central de 20–25
centímetros de comprimento com 8-9 pares de pinas, cada uma com cerca de 11-13
pares de folíolos de 10-12 milímetros por pina. A floração ocorre a partir de
agosto, podendo estender-se até o final do verão, produzindo inflorescências em
rácemos cônicos eretos com flores amarelas. A frutificação dá origem a vagens
compostas de duas valvas secas, lenhosas, longas e coriáceas com 7,6-12,0
centímetros de comprimento por 2,7-3,1 centímetros de largura. Quando maduras,
as vagens rompem-se por torção em deiscência explosiva, arremessando de uma a
cinco sementes. Estas são comprimidas, irregularmente circulares, transversas,
ovato-obovadas ou orbiculares a subglobosas, com testa dura e muito rígida, clara,
grossa ou sem albúmen, provida de um bico no hilo e marginada. A árvore pode
viver mais de cem anos.” (2)
“Sibipiruna é uma árvore alta e com raízes fortes. Assim
como suas irmãs, a sibipiruna deve ser cultivada sob sol pleno, em solo
enriquecido com matéria orgânica, regado frequentemente, mas sem encharcamento,
para evitar doenças causadas por fungos e bactérias. Se você quiser plantar uma
sibipiruna, escolha um local com bastante espaço, já que as raízes são
poderosas e a árvore passa fácil dos 15 metros de altura. Prepare a cova com
terra, areia e composto orgânico em partes iguais, colocando um pouco de
calcário no fundo e mexendo bem. Tome cuidado com a poda, geralmente anual,
para que os galhos não cresçam em direção aos fios elétricos e demais lugares
indesejados. E passe longe de seus frutos (pretos, achatados e com sementes
beges), porque eles não são comestíveis.” (3)
Face às suas raízes grossas e fortes e à grande altura que
pode atingir, somando ao fato de que tem uma copa considerável e necessário se
analisar, antes de efetuar o plantio em área urbana, se o crescimento da árvore
não poderia provocar danos como contato com a rede elétrica ou a passeios ou
imóveis.
(1) e (2) Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Sibipiruna
;
Créditos das fotos: As fotos foram obtidas por
Hugo Cesar Amaral, em outubro de 2.018, nas ruas Benjamim Magalhães e Rondon
Pacheco, em Uberlândia/MG e no Campus Santa Mônica da UFU, também em
Uberlândia/MG.
domingo, 4 de março de 2018
A beleza da quaresmeira!
A quaresmeira (Tibouchina granulosa) é uma árvore brasileira pioneira, da Mata Atlântica, principalmente da floresta ombrófila densa da encosta atlântica.
Seu nome popular é devido à cor das flores e época de floração: entre os meses de janeiro e abril (período da quaresma), e também em junho-agosto. Além da variedade com flores roxas há a de flores rosadas (variedade Kathleen).
Ocorrência:
Na Mata Atlântica da Bahia e do sudeste do Brasil, principalmente em matas secundárias.[1]
Características:

O nome popular Quaresmeira vem do florescimento no período da quaresma. Os frutos são secos em forma de taça, marrom, deiscente, com aproximadamente 1 cm de diâmetro, que ocorrem de abril a maio e de outubro a novembro. Apresentam grande número de pequenas sementes, que são dispersadas pelo vento. Seu porte geralmente é pequeno a médio, podendo atingir de 8 a 12 metros de altura. O tronco pode ser simples ou múltiplo, com diâmetro de 30 a 40 cm. A quaresmeira tem um período de vida de 60 a 70 anos.
As folhas são simples, elípticas, pubescentes, coriáceas, com nervuras longitudinais bem marcadas e margens inteiras. A floração ocorre duas vezes por ano, de fevereiro a abril e de agosto a outubro, despontando abundantes flores pentâmeras, simples, com até 5 cm de diâmetro, com estames longos e corola arroxeada, sendo que na variedade Kathleen estas se apresentam róseas. Mesmo quando não está em flor, a quaresmeira é ornamental. Sua copa é de cor verde escura, com formato arredondado, e sua folhagem pode ser perene ou semi-decídua, dependendo da variação natural da espécie e do clima em que se encontra. Por suas qualidades, ela é uma das principais árvores utilizadas na arborização urbana no Brasil, podendo ornamentar calçadas, avenidas, praças, parques e jardins em geral. Seu único inconveniente é a relativa fragilidade dos ramos, que podem se quebrar com ventos fortes, provocando acidentes. Com podas de formação e controle, pode-se estimular seu adensamento e mantê-la com porte arbustivo.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, profundo, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente no primeiro ano após o plantio ou transplante. Apesar de preferir esses cuidados, a quaresmeira é uma árvore pioneira, rústica e simples de cultivar, vegetando mesmo em solos pobres. Originária da mata atlântica, esta espécie aprecia o clima tropical e subtropical, tolerando bem o frio moderado. Multiplica-se por sementes, com baixa taxa de germinação, e por estaquia de ramos semi-lenhosos. Sua madeira apesar de ser de qualidade inferior é indicada para a construção de vigas, caibros, obra internas, postes, esteios e moirões para lugares secos.
Fontes:
Lorenzi, Harri: Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do Brasil, vol. 1. Instituto Plantarum, Nova Odessa, SP, 2002, 4a. edição. ISBN 85-86174-16-X
Instituto de Botânica de São Paulo

http://www.cuidar.com.br/quaresmeira
Artigo obtido na Wikipedia (https://pt.wikipedia.org/wiki/Tibouchina_granulosa)
Fotos tiradas por Hugo Cesar Amaral, nos Bairros Santa Mônica e Finotti, em Uberlândia.
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