quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Cachoeiras do Triângulo - Cachoeiras de Indianópolis - Britador


Cachoeira do Britador:

Esta cachoeira é formada pelas águas do Córrego Lajeado. Siga pela BR 365 sentido Uberlândia / Patrocínio. O Córrego Lajeado cruza a BR 365 entre o trevo de Indianópolis e o trevo de Romaria. Após a ponte sobre este córrego, pegue a primeira estradinha de terra à direita (para quem segue de Uberlândia a Patrocínio). Passe por um colchete e siga sempre a direita. A cachoeira fica próximo a um britador, por isso o nome da mesma.

Texto e foto: Marco P. P. Oliveira.

Cachoeiras do Triângulo - Cachoeiras de Indianópolis - Ribeirão das Furnas


Cachoeira do Ribeirão das Furnas:

Cachoeira altíssima, de água extremamente gelada. O acesso é feito a partir da rodovia que liga a BR 365 a cidade de Indianópolis. A queda d`água fica do lado direito da rodovia de quem segue sentido BR 365 / Indianópolis. Na ponte sobre o Ribeirão das Furnas, pegue a trilha de acesso e ande por mais ou menos uns 2 Km.

Texto e foto: Marco P. P. Oliveira.

Cachoeiras do Triângulo - Cachoeiras de Tupaciguara - Córrego Ressaca



Cachoeiras do Córrego Ressaca:

O Córrego Ressaca desagua no Rio das Pedras. Porém antes de sua foz, nas proximidades do Hotel Fazenda Rio das Pedras, o mesmo ainda apresenta estas duas belas quedas d`água. O acesso as cachoeiras é feito a partir do Hotel Fazenda Rio das Pedras.

Texto e foto: Marco P. P. Oliveira.

Quedas do Triângulo - Cachoeiras de Tupaciguara - Rio das Pedras



Cachoeiras do Hotel Fazenda Rio das Pedras:

Essas duas quedas d`água ficam no quintal do Hotel Fazenda Rio das Pedras, no município de Tupaciguara, e são formadas pelas águas do Rio das Pedras. Para quem está em Uberlândia, um acesso fácil ao hotel é a partir da estrada de chão que começa em frente a portaria da empresa ADM. Desça por essa estrada até o entroncamento com a estrada de chão que vem do distrito de Martinézia. No entroncamento pegue a esquerda e vá sempre seguindo as placas até o hotel.

Texto e foto: Marco P. P. Oliveira.

Cachoeiras do Triângulo - Cachoeiras de Tupaciguara - Rio Bonito


Cachoeira do Rio Bonito:

A Cachoeira do Rio Bonito é uma das mais altas do Triângulo Mineiro. Quem já esteve ao seu pé realmente fica impressionado. Chegando ao trevo de entrada de Tupaciguara, pegue a rodovia que segue para Araguari. O Rio Bonito está há uns 8 km da cidade, e a cachoeira está próxima a rodovia. É muito fácil achar. Para se chegar até a parte baixa da cachoeira é preciso cuidado, principalmente em época de chuva.

Cachoeiras do Triângulo - Cachoeiras de Araguari


Cachoeira das Irmãs:

Cachoeira com muito volume de água, formada pelo Ribeirão Bom Jardim. Esse ribeirão, ao encontrar com o Ribeirão do Pissarrão passa a se chamar Rio Jordão. O acesso é a partir da estrada da Usina Hidrelétrica do Pissarrão. Após a ponte sobre o Ribeirão do Pissarrão, chega-se ao Convento das Freiras. A cachoeira fica próxima a ponte, nos fundos da chácara onde está o convento.

Texto e foto: Marco P. P. Oliveira.

sábado, 3 de outubro de 2009

Primavera na Serra da Canastra

A região da Serra da Canastra, em Minas Gerais, possui algumas das mais deslumbrantes paisagens do Brasil. É onde estão o Parque Nacional da Serra da Canastra, a nascente do rio São Francisco e a belíssima cachoeira Casca D´Anta, de quase 200 metros (foto acima).

Durante muito tempo, a Serra da Canastra esteve isolada por precárias estradas de terra, o que contribuiu para a preservação da natureza e das tradições culturais.

O Parque Nacional está em processo de ampliação de 71 mil hectares para 200 mil hectares e abrange áreas de 6 municípios: São Roque de Minas, Vargem Bonita, Delfinópolis, São João Batista do Glória, Capitólio e Sacramento. O acesso mais procurado para as visitas ao Parque fica em São Roque de Minas. São apenas 8 km da cidade até a portaria 1 e mais 6 km até a nascente do São Francisco.

A paisagem se alterna entre campos de altitude (onde predominam as gramíneas e pouquíssima árvores), as variadas feições do cerrado (com árvores de pequeno e médio porte) e as matas ciliares (junto a rios e nascentes) com exuberante vegetação atlântica. Ambientes propícios à observação da fauna típica do cerrado, incluindo espécies ameaçadas de extinção como o tamanduá-bandeira, o lobo-guará, o tatu-canastra e o pato mergulhão. É frequente também a avistagem também da ema, seriema, veado-campeiro, gavião carcará e tucanos.

Outras atrações da Canastra são os imensos muros de pedra construídos sem qualquer tipo de argamassa e o famoso queijo canastra, que desde maio de 2008 é patrimônio cultural imaterial brasileiro, título concedido pelo IPHAN, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional *.

Contemplemos a beleza da Canastra**


























*Fonte: http://www.canastra.com.br/pages/home.php
**Fotografias de autoria de Marco P. P. Oliveira.