A sua pelagem é bastante densa, ostentando tons que variam de uma cor avermelhada a um marrom escuro.
Os machos podem ser identificados pela presença de uma glândula proeminente no focinho embora o dimorfismo sexual não ser tão aparente.
A capivara está incluída no mesmo grupo de roedores ao qual se classificam as pacas, cutias, os preás e o porquinho-da-índia. Verifica-se a sua presença por toda a América do Sul ao leste dos Andes em habitats associados a rios, lagos e pântanos, do nível do mar até 1 300 m de altitude. É um animal muito adaptável, podendo ocorrer em ambientes altamente alterados pelo ser humano.
Quando jovens, as capivaras são uma importante fonte de alimento para muitos predadores, incluindo sucuris, jacarés, onças e seres humanos, esse último por meio da caça ilegal.
Enquanto pastam, elas estão constantemente à procura de predadores e emitem um latido de alarme quando um deles é avistado. Em fuga, muitas vezes elas se escondem na água, deixando apenas as narinas e os olhos expostos, e podem ficar completamente submersos por até cinco minutos.
Uma capivara macho pode procriar com mais de uma fêmea em sua comunidade. Em seu comportamento reprodutivo um animal macho se relaciona com as diversas fêmeas do grupo.
A fase de cio do roedor ocorre na primavera e cada fêmea pode gerar de três a oito filhotes por ciclo reprodutivo. Sua expectativa de vida varia de 10 anos na natureza a até 15 anos em cativeiro.
Fotos: Autoria de Jade Amaral e Sofia Amaral, feitas no Parque do Sabiá, em Uberlândia-MG.
Fontes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Capivara
https://www.sema.df.gov.br/caracteristicas-gerais-das-capivaras
https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2023/04/as-6-curiosidades-sobre-a-capivara-o-maior-roedor-do-mundo


